No sei se amor que tens, ou amor que finges,
O que me ds. Ds-mo. Tanto me basta.
        J que o no sou por tempo,
        Seja eu jovem por erro.
Pouco os deuses nos do, e o pouco falso.
Porm, se o do, falso que seja, a ddiva
        verdadeira. Aceito,
        Cerro olhos: bastante.
12 - 9 - 1930

In Poesia , Assrio & Alvim, ed. Manuela Parreira da Silva, 2000
Ricardo Reis
[NÃO SEI SE É AMOR QUE TENS OU AMOR QUE FINGES ]
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