Barca de sonhos e de afastamentos,
Não ires tu para Nenhum-Lugar,
Que é onde os meus □ pensamentos
Costumam meus sentidos esperar.

Não poder ver o invisível
Tortura-me como uma dor...

7 - 2 - 1915

In Poesia 1902-1917 , Assírio & Alvim, ed. Manuela Parreira da Silva, Ana Maria Freitas, Madalena Dine, 2005
Fernando Pessoa
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