Morrer jóvem,
Eis a minha aspiração!

Não me agrada chegar à velhice
E viver, inutilmente, na sombra,
Renunciando, privado...

Morrer jovem,
E de rosas coroado!

 

In Pequenas Esculturas


In As Canções de António Botto - Primeiro volume das obras completas
António Botto
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