Névoa que pairas sobre os arvoredos
Não te ergas. Deixa a paz não ser visível.
Conserva qualquer cousa de teus medos
Ao silêncio em que pairas □ nível.
13 - 5 - 1921

In Poesia 1918-1930 , Assírio & Alvim, ed. Manuela Parreira da Silva, Ana Maria Freitas, Madalena Dine, 2005
Fernando Pessoa
« Voltar