Como este infante que alourado dorme
      Fui. Hoje sei que há morte,
Lídia, há largas taças por encher
      Nosso amor que nos tarda.
Qualquer que seja o amor ou a taça, cedo
      Cessa. Receia, e apressa.

In Poesia , Assírio & Alvim, ed. Manuela Parreira da Silva, 2000
Fernando Pessoa
« Voltar