Aguardo, equnime, o que no conheo —
      Meu futuro e o de tudo.
No fim tudo ser silncio, salvo
      Onde o mar banhar nada.
13 - 12 - 1933

In Poesia , Assrio & Alvim, ed. Manuela Parreira da Silva, 2000
Ricardo Reis
[AGUARDO EQUÂNIME O QUE NÃO CONHEÇO €]
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