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Sim, ninguém me compreende. Pior se compreendesse! Ninguém a ninguém se entende, Porque se alguém se entendesse, A alma seria um duende.
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1933
In Poesia 1931-1935 e não datada
, Assírio & Alvim, ed. Manuela Parreira da Silva, Ana Maria Freitas, Madalena Dine, 2006
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