Sinto um prenúncio de morte
Dentro do meu coração.
Virá quando a der a Sorte.
Quando vier , vem em vão.
Porque a morte é sombra e nada,
É só a vida vulgar
Que de um lugar é tirada
E posta em outro lugar.
Ri, alma do que acontece!
Nada existe, salvo seres.
A aranha da vida tece
Só teias de o não saberes.