Débil no vício, débil na virtude
A humanidade débil, nem na fúria
      Conhece mais que a norma.

Pares e diferentes nos regemos
Por uma norma própria, e inda que dura,
      Será ŕ liberdade.
Ser livre é ser a própria imposta norma
Igual a todos, salvo no amplo e duro
      Mando e uso de si mesmo.
9 - 7 - 1930

In Poesia , Assírio & Alvim, ed. Manuela Parreira da Silva, 2000
Ricardo Reis
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