Tão cedo tudo quanto passa! 
Morre tão jovem ante os deuses quanto 
      Morre!  Tudo é tão pouco! 
Nada se sabe, tudo se imagina. 
Circunda-te de rosas, ama, bebe 
      E cala.  O mais é nada.
3 - 11 - 1923

In Poesia , Assírio & Alvim, ed. Manuela Parreira da Silva, 2000
Ricardo Reis
[TÃO CEDO TUDO QUANTO PASSA! ]
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