O bębado caía de bębado 
E eu, que passava, 
Năo o ajudei, pois caía de bębado, 
E eu só passava. 
O bębado caiu de bębado 
No meio da rua. 
E eu năo me voltei, mas ouvi. Eu bębado 
E a sua queda na rua. 
O bębado caiu de bębado 
Na rua da vida. 
Meu Deus! Eu também caí de bębado 
Deus □



□ espaço deixado em branco pelo autor

In Poesia , Assírio & Alvim, ed. Teresa Rita Lopes, 2002
Álvaro de Campos
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