Noite, ouvir-te o silêncio é ver o mar.
Uma calma desce em mim
E vem com ondas frescas alagar
O meu tédio sem fim.

[18-2-1920]

In Poesia 1918-1930 , Assírio & Alvim, ed. Manuela Parreira da Silva, Ana Maria Freitas, Madalena Dine, 2005
Fernando Pessoa
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