Meu coração ‘steve sempre
Sozinho. Morri jovem.
Para que é preciso um nome?
Esta é a minha sepultura.
8 - 6 - 1928

In Poesia 1918-1930 , Assírio & Alvim, ed. Manuela Parreira da Silva, Ana Maria Freitas, Madalena Dine, 2005
Fernando Pessoa
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