A flor que s, no a que ds, eu quero.
Porque me negas o que te no peo.
       Tempo h para negares
       Depois de teres dado. 
Flor, s-me flor! Se te colher avaro
A mo da infausta esfinge, tu perene
       Sombra errars absurda,
       Buscando o que no deste.

In Poesia , Assrio & Alvim, ed. Manuela Parreira da Silva, 2000
Ricardo Reis
[A FLOR QUE ÉS NÃO A QUE DÁS EU QUERO.]
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